Prefeito cobra melhor atendimento no Hospital Municipal

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Mau atendimento na recepção, tempo longo de espera para ser atendido, descaso de alguns médicos e até falta de medicamentos. Como qualquer cidadão, as reclamações do casimirense, tanto nas ruas quanto nas redes sociais sobre o Hospital Municipal Ângela Maria Simões Menezes,  não passaram despercebidas ao prefeito Ramon Gidalte.

Nesta sexta-feira, 19, pela manhã, ele reuniu a cúpula da Saúde em seu Gabinete e exigiu mudanças imediatas no atendimento daquela unidade. “Quero a dedicação de toda a equipe”, avisou.

Ramon questionou diretamente o presidente da Organização Social IMG, responsável pela gestão do Hospital, a má qualidade do atendimento e o tempo de espera do usuário para ser atendido. Também citou os gastos de R$ 2,6 milhões mensais para custear a unidade. “O tempo de espera será feito no atendimento. A população não pode ser prejudicada”, respondeu Leonardo Garcia, acrescentando que pretende separar a entrada de emergência dos demais setores de atendimento.

Garcia negou que esteja faltando medicamentos nas unidades de Barra de São João, outro ponto levantado pelo prefeito, com base em reclamações de moradores.

Na reunião, discutiu-se a possibilidade de capacitação de funcionários, a viabilidade de uma sala melhor para o Conselho Municipal de Saúde e até o desejo do prefeito de reabrir o Hospital de Barra de São João, gerido pelo Governo Estadual.

Ao final do encontro, que durou cerca de uma hora, o prefeito lembrou do sentimento que nutre pelo Hospital, cujas obras foram iniciadas por ele, no término de seu primeiro mandato, na gestão 1997-2000. “Tenho uma ligação sentimental com este hospital, como filho de Casimiro de Abreu. Foi nele que minha mãe morreu. Independente de eu ser prefeito, a população pode criticar, pode cobrar. Estou aqui para me expor e tenho consciência disso. É preciso transparência”, concluiu.

Também compareceram à reunião o secretário municipal de Saúde, João Paulo Goulart, o presidente do Conselho Municipal de Saúde, Gérson Vieira Lima, a coordenadora de Controle e Avaliação, Soraia Barroso, o conselheiro de Saúde, Marcos Rodrigues, a diretora administrativa do Hospital Municipal Ana Karenina, e a presidente do Fundo Municipal de Saúde, Norma Franco.

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